PRÓTESE PENIANA

SINTOMAS E TRATAMENTOS [eBOOK]

Para que serve a Prótese Peniana?

Ao contrário do que muitos homens pensam, a necessidade de um implante peniano não é estética. Apesar de impactar positivamente nesse aspecto, sua função principal é resolver problemas na funcionalidade do pênis, garantindo a rigidez necessária para o ato sexual.

Antes de nos aprofundarmos no assunto, é importante deixar claro que a prótese peniana não é utilizada para aumentar o tamanho do pênis, um mito muito difundido entre os homens.

O dispositivo auxilia no tratamento da disfunção erétil e proporciona a retomada da vida sexual.

A falta de firmeza no membro pode estar relacionada à dificuldade de manter a ereção ou, em casos mais raros, ao fato do pênis ser fino e longo. A relação entre o comprimento e calibre do pênis é muito importante e, por isso, deve ser estudada pelo médico antes de qualquer decisão.

 

Cuidados com a diminuição e o afinamento do pênis

Tão importante quanto a cirurgia para implantar a prótese é avaliar se o pênis está diminuindo, ou afinando, para garantir que suas medidas possam ser recuperadas.

Essa condição é um efeito de outros problemas que podem levar à necessidade do implante e, normalmente, está associada à casos de curvatura peniana adquirida, também conhecida como Doença de Peyronie. Isso não acontece com todos os homens, mas é importante estar atento a essa questão para garantir um tratamento eficiente.

Devido à má qualidade da ereção, alguns homens não notam esta perda, por isso é importante assegurar-se que o seu médico faça essa avaliação. Atualmente, a maneira mais precisa de realizar este estudo é através de um exame com ereção induzida artificialmente, combinado à um ultrassom de alta definição.

Nas situações onde a perda de tamanho é identificada, além do implante, é fundamental fazer a reconstrução peniana para alongar e recuperar o maior tamanho e diâmetro possíveis.

Tudo isso é feito no mesmo ato cirúrgico, de acordo com a Técnica Egydio, sem provocar mais incômodos ao paciente. Conheça mais sobre a Técnica Egydio na página 34 deste guia.

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Quais as vantagens e desvantagens de colocar uma prótese?

As vantagens no implante da prótese peniana são muitas e compreendem tanto aspectos físicos quanto psicológicos. O procedimento pode trazer inúmeros benefícios à qualidade de vida do paciente, veja alguns deles a seguir:

 

Recuperação da rigidez e saúde do pênis

A prótese é indicada para homens que perderam a rigidez no pênis devido a disfunção erétil. Quando o tratamento medicamentoso não surte efeito ou não é recomendado, o implante será o responsável por recuperar a saúde do pênis e proporcionar um desempenho com qualidade e segurança, que vai de encontro à satisfação do casal.

 

Recuperação da autoconfiança

Homens com problemas de ereção acabam somando outros fatores psicológicos que interferem diretamente no seu bem-estar. A falta de confiança em saber se o pênis vai funcionar na hora do sexo pode até piorar a qualidade da ereção.

A prótese vai garantir que ele esteja pronto e deixará o paciente preparado para surpreender sua(seu) parceira(o) com uma ereção firme, até o final da relação.

Evitar a Doença de Peyronie

A Curvatura Peniana Adquirida, ou Doença de Peyronie, ocorre pela formação de cicatrizes no tecido que reveste o corpo cavernoso do pênis. Muitas vezes essas cicatrizes são formadas por traumas ou micro traumas ocorridos durante a relação sexual, fissuras que tendem a acontecer quando o pênis não está rígido o suficiente para realizar uma penetração com segurança. É aí que a prótese entra em ação, garantindo a melhor rigidez possível para possibilitar um ato prazeroso e sem desconfortos ao casal. Se ao tratar a Doença de Peyronie o problema de ereção não for solucionado, é possível que o pênis volte a curvar-se.

 

Retomar a vida sexual

Não há idade para aposentar a vida sexual. Muitos homens com problema de disfunção, às vezes em idade mais avançada, acabam desistindo desse importante aspecto da vida por achar que não tem mais jeito. A realidade é que existe solução, sim, e a prótese pode ser uma grande aliada para manter uma prática saudável e ativa.

 

Há desvantagem na prótese peniana?

Em meio a tantos fatores positivos em colocar uma prótese, apenas uma questão pode ser considerada como desvantagem: o planejamento financeiro.

Como no Brasil ainda não existe uma cobertura total de convênios médicos para esse tipo de tratamento, o orçamento disponível pode ser um obstáculo a ultrapassar. No lado positivo, em muitos casos é possível solicitar um reembolso parcial do investimento ao seu plano de saúde, mas isso deve ser analisado caso a caso.

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Quais os tipos de prótese peniana disponíveis?

Há diferentes tipos de prótese peniana no mercado. Conhecer os diferentes estilos e funcionalidades é essencial para quem precisa desse tratamento.

A escolha do tipo de prótese a ser usada, no entanto, vai depender de uma pré-avaliação no momento da consulta. Além da preferência do paciente, outros fatores são avaliados para a decisão, como a condição médica, estilo de vida e custos.

 

 

Como funciona a prótese peniana maleável ou semi-rígida 

Boa rigidez e maleabilidade do pênis. Estas são as principais características da prótese maleável ou semirrígida, que ainda tem a vantagem de não apresentar vazamentos líquidos, nunca parar de funcionar e ter uma baixa necessidade de troca, principalmente quando comparada aos modelos infláveis.

As duas hastes - filamentos metálicos envolvidos por silicone - facilitam no disfarce da ereção do dia a dia ao deixar o pênis maleável e permitir que ele seja gentilmente acomodado para baixo ou para os lados. No momento do sexo, basta colocá-lo na posição reta e você estará pronto para iniciar o ato.

Já o grau de maleabilidade do pênis e a sensação de ereção residual não dependem apenas do tipo da prótese.

Um resultado satisfatório vai depender, principalmente, de um procedimento cirúrgico adequado, que preserve as estruturas internas dos corpos cavernosos.

O grande diferencial para um melhor resultado é a reconstrução dos tecidos visando a recuperação do tamanho e calibre peniano, associada ao dimensionamento correto do implante no órgão reconstruído. Quando a prótese é colocada sem a reconstrução, as chances de insatisfação do paciente são grandes.

 

Como funciona a prótese peniana inflável 

A maior vantagem desse tipo de prótese é a possibilidade de inflar e retomar a flacidez do pênis quando for mais conveniente. Isso faz muitos homens considerá-la a opção mais discreta, porém, ela possui um funcionamento que requer mais atenção.

Nesse tipo de implante o homem produz a ereção ao manipular uma bombinha alojada no escroto com soro fisiológico. O líquido percorre os cilindros implantados no pênis, que ativam o sistema hidráulico e os inflam. Após o ato sexual, basta pressionar o pênis para baixo por alguns segundos para que o líquido retorne ao reservatório e retome a posição de repouso.

A prótese inflável pode ter dois ou três volumes e ambas funcionam de maneira muito similar. A diferença é que a de três volumes possibilita maior troca de líquido no sistema, permitindo maior enchimento dos cilindros quando acionada para ereção e, consequentemente, maior flacidez quando desativada. Isso acontece porque este modelo, além dos dois cilindros e da bombinha, possui também um reservatório extra de soro fisiológico instalado de forma imperceptível no abdômen do paciente.

A desvantagem da prótese inflável, seja ela de dois ou três volumes, é a possibilidade de vazamento do soro. Por ser mais complexo, o seu sistema é passível de falhas mecânicas ocorridas pelo vazamento do líquido, o que pode demandar uma nova cirurgia para troca. 

Neste caso, a experiência e habilidade do cirurgião é ainda mais importante, tanto durante o seu implante quanto na conexão de todo o sistema, a fim de evitar possíveis problemas.

Normalmente essa prótese é indicada para pacientes que têm maior preocupação com a discrição, geralmente homens de menos idade, ou para quem tem problemas orgânicos de enchimento de sangue no pênis, em que a prótese maleável não resolveria satisfatoriamente. Essa questão, no entanto, é mais profunda e deve ser discutida durante uma avaliação médica presencial.

Como funciona a prótese peniana articulável

A prótese articulável pode ser dobrada mais facilmente que a maleável. Além disso, ela é revestida por silicone, o que facilita ainda mais o ocultamento da ereção. No entanto, as pequenas seções articuladas que compõem a prótese contribuem para um cenário de menor firmeza na penetração, também conhecido como baixa rigidez vertical ou axial. 

Trata-se de um modelo de implante peniano menos popular que os demais, porém é importante conhecer a existência desse modelo para sanar todas as dúvidas sobre os tipos de prótese.

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Qual a relação entre a prótese peniana e a disfunção erétil?

A prótese peniana é indicada para pacientes com problemas na funcionalidade do pênis, ou seja, quando a falta de rigidez torna a relação pouco prazerosa ou impossível. 

A forma mais precisa de diagnosticar a necessidade de um implante é por meio de um exame funcional. Ele deve ser feito por um médico especialista, que vai induzir a ereção artificialmente e fazer um ultrassom detalhado do pênis.

 

A diferença entre disfunção erétil e impotência 

Ao ouvir falar de impotência sexual e disfunção erétil, é importante saber que os dois termos significam a mesma condição clínica. A escolha do nome disfunção erétil para classificar o quadro clínico de problemas de ereção em um paciente é um termo recente, visto que impotência sexual tem sido classificado como pejorativo por boa parte dos homens e especialistas na área da saúde. 

Com isto explicado, é importante entender que a disfunção erétil é um distúrbio caracterizado pela dificuldade de se obter e/ou manter uma ereção peniana adequada e suficiente para a atividade sexual satisfatória, desde a penetração até a ejaculação.

Esta condição atinge 52% dos homens entre 40 e 70 anos, podendo também atingir homens mais jovens, e possui diferentes graus de intensidade, variando de leve a severa. 

Por motivos de desinformação, medo ou vergonha de procurar um profissional para o tratamento apropriado, muitos homens acabam comprometendo seus relacionamentos, deixando de usufruir de uma vida sexual saudável e feliz, com qualidade de vida. Por isso, conhecer o problema, vencer o preconceito e procurar ajuda médica especializada são fatores decisivos para solucionar os problemas de ereção.

 

Porque consultar um especialista em prótese peniana

Apesar de ser um tema delicado e que gera muitas dúvidas aos homens, principalmente sobre como ficará o funcionamento do pênis depois da prótese, não há motivos para preocupação se o procedimento for feito da forma correta. Receber o cuidado e a orientação médica especializada são aspectos importantes para fazer do implante peniano um tratamento seguro, eficiente e com alto índice de satisfação, não só para o homem mas também para sua(seu) parceira(o).

Para garantir o melhor resultado, no entanto, é importante estar atento à alguns cuidados especiais que influenciarão diretamente no seu prazer e autoestima. Pacientes que colocam o implante sem levar em consideração a redução de tamanho do pênis, por exemplo, geralmente ficam insatisfeitos com o resultado final.

Quando isso acontece, há solução, porém é um pouco inconveniente. É necessário retirar a prótese e refazer o procedimento, dessa vez com a reconstrução peniana. A nova prótese será colocada será colocada no mesmo ato, desta vez com maior calibre e tamanho.

Para evitar esse tipo de situação, é fundamental avaliar a experiência do médico e as técnicas que serão utilizadas para a cirurgia de prótese peniana. Um profissional capacitado fará a melhor abordagem cirúrgica para cada caso e escolherá o tipo de implante mais adequado, juntamente com o paciente.

A atenção com essas questões garante que todos os cuidados sejam tomados para a obtenção do maior sucesso do procedimento e maior satisfação do paciente.

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Quais as causas e consequências dos problemas de ereção?

Problemas de ereção podem acontecer com homens de qualquer idade. Elas podem ter causas psicológicas (como ansiedade, estresse e depressão) ou físicas, como problemas hormonais, consumo excessivo de álcool, diabetes, traumas no pênis, doenças cardiovasculares, cirurgias na próstata, entre outros fatores.

Entender o que provoca a disfunção erétil é importante tanto na sua prevenção quanto na busca pelo tratamento mais adequado.

 

Disfunção erétil e testosterona

O bom funcionamento da musculatura lisa dos corpos cavernosos depende de bons níveis de testosterona para manter a função de relaxamento e contração do pênis, o que vai impactar diretamente na qualidade da ereção e em sua manutenção. 

Por isso que os homens, principalmente acima dos 40 anos, devem verificar periodicamente os níveis desse hormônio no organismo, seja por meio do exame de sangue ou pela verificação do funcionamento dos testículos.

Além da dificuldade de ereção, o baixo índice de testosterona pode levar a outros problemas que afetam a qualidade de vida, como o aumento da gordura abdominal, cansaço e falta de libido. 

 

Disfunção erétil em pacientes com Diabetes

O Diabetes é um dos principais causadores dos problemas de ereção pois a doença provoca o aumento da quantidade de açúcares no sangue. 

Uma ereção de qualidade está diretamente relacionada ao fluxo de sangue dentro do pênis, entretanto, o descontrole das taxas de açúcar provoca danos no funcionamento dos vasos sanguíneos e dos nervos, comprometendo a rigidez peniana. Em alguns pacientes, a disfunção erétil pode, também, ser um efeito colateral dos medicamentos utilizados no tratamento do diabetes. 

 

Disfunção erétil, fibrose peniana e Doença de Peyronie 

A Doença de Peyronie não causa a disfunção erétil, o que normalmente acontece é o contrário. Problemas de ereção são a principal causa do desenvolvimento da Curvatura Peniana Adquirida, já que a falta de rigidez no pênis durante as relações sexuais predispõe a ocorrência de traumas e microtraumas que resultam no aparecimento de fibroses.

Essas fibroses, que podem ser internas e/ou superficiais, limitam a elasticidade dos tecidos penianos e o fazem curvar. Em outras palavras, a Peyronie agrava a disfunção erétil, mas não é a principal causadora desta condição masculina.

 

Disfunção erétil e cirurgias na próstata 

O câncer de próstata é um dos tipos mais curáveis que existe, mas pode trazer algumas consequências para o homem que devem ser tratadas com cautela.

Geralmente a prostatectomia radical é o tratamento mais indicado para os casos de câncer, porém isso interfere diretamente nos nervos que passam próximo a próstata, deixando os pacientes que passaram por este procedimento predispostos a desenvolver problemas de ereção parcial ou total. 

Outros tratamentos para o câncer de próstata, como a radioterapia, braquiterapia ou hormonioterapia também podem causar a disfunção erétil, por isso, é fundamental contar com o acompanhamento de um urologista durante todo o processo de recuperação.

 

Disfunção erétil e casos de priapismo 

Priapismo é uma ereção prolongada, por mais de 3 horas, persistente, geralmente dolorosa e sem estímulo sexual. 

Uma das causas dessa condição é que o sangue enche os corpos cavernosos, provocando a ereção, porém ele não circula e fica sem oxigenação. Isso leva à morte das células, causando fibroses e cicatrizes no interior do pênis que, por sua vez, podem causar a disfunção erétil.

 

Disfunção erétil, problemas vasculares e pressão alta 

Problemas vasculares podem endurecer as artérias e tornar o fluxo de sangue dentro do pênis mais lento, afetando a capacidade de ter ou manter uma ereção. Já quando falamos de pressão alta, a doença impede que as artérias, responsáveis pelo transporte do sangue até o pênis, dilatem-se como deveriam e isso faz com que o pênis não receba a quantidade de sangue suficiente para permanecer ereto.

 

Disfunção erétil, tabagismo, alcoolismo e outras drogas 

O uso do tabaco, álcool e outras drogas, tanto lícitas quanto ilícitas, pode agravar muito o problema de disfunção erétil. O fumo pode levar a uma doença vascular ou outros problemas de saúde que vão inibir a chegada do sangue até o pênis. Já o alcoolismo perturba os níveis hormonais e pode levar a danos permanentes nos nervos. 

Alguns medicamentos também podem afetar o fluxo de sangue no interior do pênis, por isso é importante se consultar com um médico antes de optar por algum remédio e esclarecer quaisquer preocupações sobre o seu efeito na função erétil.

 

Disfunção erétil, depressão e antidepressivos 

O uso de antidepressivos pode causar disfunção erétil pela interferência que esses medicamentos possuem no fluxo de sangue para o pênis. Aliado ao baixo apetite sexual, normalmente observado em pacientes que sofrem do problema, isso contribui para um quadro desfavorável ao bem-estar do paciente.

 

Atenção à disfunção erétil psicológica

Problemas psicológicos como ansiedade, estresse, baixa autoestima, entre outros, podem afetar a resposta aos estímulos sexuais, que fazem com que o cérebro, os nervos, o coração, os vasos sanguíneos e os hormônios trabalhem juntos para aumentar rapidamente a quantidade de sangue fluindo para dentro do pênis. É importante, no entanto, que o tratamento psicológico seja acompanhado de exames hormonais, para garantir que não há nenhum problema físico relacionado.

 

As consequências da disfunção erétil 

Os males provocados pela disfunção erétil vão muito além da impossibilidade de ter uma vida sexual plena e satisfatória. Ela pode acarretar sérios problemas à qualidade de vida do homem. A dificuldade de ereção pode gerar baixa autoestima e trazer diversos sentimentos negativos ao paciente, como frustração, ansiedade e tristeza.

Quando o homem está em uma relação, o problema pode trazer, ainda, grandes transtornos no relacionamento íntimo, ocasionar brigas, discussões e até o rompimento. 

O fato de não conseguir realizar os seus desejos sexuais também podem gerar problemas psicológicos ao homem, o que só aumentará a incapacidade de ereção. Dentre as causas de origem psicológica, a disfunção sexual pode gerar estresse, depressão, sentimento de culpa e ainda potencializar outros problemas que não têm ligação direta com a falta de ereção, como preocupações com dinheiro, contas a pagar, instabilidade no trabalho, entre tantas outras.

Por esses motivos o tratamento é de fundamental importância, e muitas vezes a solução mais indicada é o implante da prótese peniana.

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Como identificar a disfunção erétil? Sintomas e sinais

A ereção é uma reação involuntária em resposta à um estímulo sexual ou erotização. Ambos fazem com que o cérebro, os nervos, o coração, os vasos sanguíneos e os hormônios trabalhem juntos para aumentar rapidamente a quantidade de sangue fluindo para dentro do pênis. 

O processo de ereção orgânica inclui cinco fases. Ele começa com o estímulo psicológico, onde neurotransmissores causam o relaxamento da musculatura lisa do pênis e aumentam o fluxo sanguíneo para os corpos cavernosos. O aumento desse fluxo alonga e expande o pênis, o que leva à segunda fase, quando as artérias penianas expandem para acomodar o aumento do fluxo sanguíneo necessário para alongar e expandir o pênis. 

A fase três é a ereção completa, quando o volume de sangue dentro do pênis é impedido de drenagem e promove a sua expansão até a ereção completa. No momento em que a máxima rigidez é atingida é quando o processo chega à quarta fase. A glande e o corpo esponjoso ampliam até as veias penianas serem vigorosamente comprimidas, mantendo a máxima rigidez peniana. 

A última fase da ereção é o retorno à flacidez. As contrações musculares resultam no fluxo sanguíneo para fora do pênis, diminuindo assim o seu comprimento e espessura.

 

Dificuldade de ter e manter a ereção 

Durante a ereção, o sangue permanece dentro das duas câmaras esponjosas (corpos cavernosos) localizadas no corpo do pênis. Ao encherem-se de sangue elas fazem com que o pênis adquira rigidez, aumente em tamanho e diâmetro.

Se a dificuldade de ter ou manter a ereção acontece constantemente, é sinal de que alguns dos processos do fluxo de sangue não estão funcionando da forma correta. Nestes casos, se consultar com um médico é essencial para encontrar a causa do problema e buscar o tratamento adequado.

 

Falta firmeza para penetração 

Muitas vezes o pênis está ereto, porém, sem a firmeza necessária para uma penetração segura. Isso acontece quando o homem não consegue atingir a máxima rigidez no processo de ereção devido ao baixo fluxo de sangue correndo dentro do pênis.

A atenção à firmeza deve ser redobrada no momento do sexo pois, sem a rigidez necessária, há grandes chances do pênis escapar, provocar traumas e outras doenças, como a Peyronie.

 

Curvatura peniana associada 

Muita gente pergunta porque muitos casos de Curvatura Peniana Adquirida, também conhecida como Doença de Peyronie, estão ligados à disfunção erétil. A conexão entre um problema e outro provoca questionamentos que fazem os homens imaginarem que ficaram impotentes por causa da doença. Normalmente o que acontece é o contrário.

Problemas de ereção são a principal causa do desenvolvimento da Peyronie, já que a falta de rigidez no pênis durante as relações sexuais predispõe a ocorrência de traumas e microtraumas. Isso provoca a formação de fibroses internas e/ou superficiais que limitam a elasticidade dos tecidos penianos e fazem com que o membro entorte para os lados, para cima ou para baixo.

É por isso que, em casos da Doença de Peyronie, é importante avaliar a necessidade do implante da prótese peniana, pois esta condição também agrava a disfunção erétil.

Responsável por trazer de volta a qualidade da ereção quando os tratamentos clínicos não surtem efeito, a prótese vai devolver a rigidez do pênis e proporcionar uma vida sexual com qualidade, sem riscos da curvatura voltar.

Diminuição das ereções involuntárias 

As ereções noturnas ou involuntárias, aquelas que acontecem durante o sono ou sem estímulo sexual, são um indicativo de que tudo vai bem com o fluxo de sangue correndo dentro do pênis. Elas são necessárias para oxigenar os tecidos penianos enquanto ele não está em uso e assim prevenir o aparecimento de fibroses nos corpos cavernosos, provocadas pela baixa circulação sanguínea. Quanto mais sangue circula no seu pênis, mais oxigenado ele fica e maior é a garantia de boas ereções no futuro.

Caso elas não aconteçam ou apresentem menor frequência, o primeiro passo é buscar um urologista para verificar se a causa é um leve descontrole hormonal ou se isso está vinculado ao início da disfunção erétil.

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Cura da disfunção erétil: remédios, injeções ou prótese peniana?

Muitos homens começam a tratar a disfunção erétil com remédios e injeções. No entanto, este é um tratamento paliativo, que pode resolver a situação por algum tempo, mas não traz uma cura definitiva. Mesmo com o aumento das dosagens dos medicamentos, a disfunção erétil pode continuar trazendo problemas, pois os seus efeitos tendem a diminuir com o uso contínuo.

Nestes casos, o tratamento mais eficaz é o implante da prótese peniana, uma solução eficiente para a disfunção erétil, com alto índice de cura e satisfação.

A forma mais precisa de diagnosticar a necessidade de um implante é por meio de um exame funcional do pênis. Ele deve ser feito por um médico especialista, que vai induzir a ereção artificialmente e fazer um ultrassom detalhado do membro para avaliar a sua estrutura interna e o fluxo de sangue dentro dele.

 

Vantagens e desvantagens do tratamento medicamentoso 

Medicamentos ou injeções para estimular a ereção podem funcionar, mas é importante observar que o seu uso está condicionado à alguns efeitos colaterais, como obstrução nasal, dor de cabeça e rubor facial. Não são todos os homens que passam por isso, porém é um efeito comum. Em pacientes com idade mais avançada, os remédios ou a reposição de testosterona para tentar melhorar a ereção pode, ainda, aumentar os riscos do câncer de próstata.

Outra desvantagem neste tipo de tratamento é a inconveniência da aplicação das injeções. Ela deve ser feita momentos antes da penetração, podendo atrapalhar o clima do momento. Nessas situações é normal o homem omitir isso da(o) parceira(o) e usar a injeção escondido. Esta não é uma situação indicada pois pode abrir pressupostos para interpretações equivocadas da outra parte, como o uso de drogas ilícitas, por exemplo.

 

Por que a prótese peniana é indicada? (tratamento definitivo)

O implante de prótese peniana é o tratamento mais indicado para resolver casos avançados de disfunção erétil. Enquanto o tratamento medicamentoso pode trazer efeitos colaterais e não corrigir o problema permanentemente, a prótese é uma opção segura, adaptável à necessidade do homem e definitiva, que não vai trazer outros riscos à saúde nem falhar na hora que você precisar.

O implante não só recupera a rigidez e saúde do pênis, mas também evita o agravamento para outras doenças decorrentes da má qualidade da ereção, como a Peyronie. Além disso, o seu uso contribui para a manutenção da autoconfiança, saúde e bem-estar de muitos casais.

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Como é feita a cirurgia de prótese peniana com a Técnica Egydio?

Descrita pela primeira vez pelo Dr. Paulo Egydio e reconhecida internacionalmente como Egydio´s Technique, esta técnica já é utilizada desde 1998, possui patentes nos Estados Unidos e na Europa. 

O método utiliza princípios geométricos para alongar e recuperar o maior tamanho e diâmetro possível do pênis, até o limite máximo dos nervos, vasos e uretra. Isso traz uma maior satisfação aos pacientes após o implante da prótese, que é realizado no mesmo ato cirúrgico, já que é raro o homem lidar bem com a diminuição do pênis. Caso a perda de tamanho não seja identificada e tratada adequadamente, isso pode acontecer.

A aplicação desta técnica feita por um médico com experiência é segura e confiável. Mais de seis mil cirurgias baseadas nestes princípios já foram realizadas pelo Dr. Paulo ao longo dos últimos anos. O método também é citado por diversos médicos no Brasil e no exterior como a prática mais indicada para a correção do pênis torto e problemas de disfunção erétil.

Atualmente, o Dr. Paulo utiliza o método de expansão tecidual por meio de múltiplas incisões nos tecidos, sem o uso de enxerto, em conjunto com a Técnica Egydio.

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Principais casos de prótese peniana

A necessidade de colocar uma prótese vem do problema de disfunção erétil, que pode ter relação com a Peyronie, com o avanço da idade, ou com outras doenças que afetam o bom funcionamento do pênis. 

Condições como o câncer de próstata, diabetes e doenças cardiovasculares podem afetar não só a capacidade de ereção, mas também reduzir o comprimento e grossura do pênis.

Seja qual for o motivo, a aplicação da Técnica Egydio na colocação da prótese vai garantir que todos os procedimentos necessários para o tratamento do pênis sejam feitos em uma única cirurgia.

O tratamento é indicado quando o paciente já usou medicamentos para resolver o problema de disfunção erétil, e até aumentou as doses, mas não apresentou uma resposta satisfatória ou trouxe efeitos colaterais desconfortáveis.

Entre os casos mais comuns onde a prótese peniana e a Técnica Egydio são necessárias, podemos citar o paciente que nota a diminuição ou afinamento do pênis, juntamente com o problema de ereção, pacientes que já não tem mais ereção há anos e abandonaram a vida sexual, assim como homens que conseguem obter uma ereção mas têm dificuldade em mantê-la até o final do ato, tornando-o menos prazeroso. 

 

Casos de cirurgias mal sucedidas, sem a reconstrução peniana

Há situações em que o paciente já colocou a prótese para tratar a disfunção erétil, porém o resultado não foi satisfatório. Normalmente isso acontece pela falta de uma avaliação detalhada do pênis para identificar outras questões vinculadas ao problema de ereção. 

Na maioria das vezes, os pacientes reclamam que o pênis ficou menor ou muito fino; que a prótese foi colocada em um tamanho incorreto e rompeu a glande ou a deixou caída; que foi necessário trocar a prótese por falta de adaptação ou, até mesmo, que o implante não resolveu a falta de rigidez.

O primeiro passo, nesses casos, é fazer uma reavaliação funcional do pênis seguindo o mesmo procedimento de ereção induzida e ultrassom dos corpos cavernosos. Isso porque é fundamental avaliar se houve perda de tamanho ou afinamento do pênis para corrigir o problema na mesma cirurgia, ou se existem fibroses que, ao serem retiradas, melhoram o resultado final do implante.

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Implante de prótese peniana: como funciona o pré e pós operatório?

O segredo para o sucesso de qualquer cirurgia é o planejamento. E para implantar uma prótese peniana, não é diferente.

O primeiro passo rumo ao preparo da cirurgia é verificar como anda a circulação de sangue dentro do pênis e a existência de fibroses que possam estar dificultando a ereção. Para isso é feito um exame com ereção induzida e ultrassom colorido, que vai medir a funcionalidade peniana e ajudar o médico a entender o procedimento que deve ser feito.

Caso a disfunção erétil esteja associada à Doença de Peyronie ou à diminuição do pênis, todos os problemas serão resolvidos em um único procedimento, feito a partir da Técnica Egydio. 

Com todos os exames realizados, é hora de escolher o modelo de prótese a ser implantado. A decisão é feita a partir de uma conversa com o médico, somado ao resultado dos exames citados acima. Os fatores avaliados para escolha são a preferência do paciente, o seu estilo de vida, a condição médica existente e os custos. Além da preferência pessoal, a indicação do tipo de prótese depende, também, de um estudo preciso da anatomia peniana, para garantir maior rigidez vertical depois do implante.

Após identificar a situação em que o pênis se encontra e escolher o modelo de prótese a ser implantado, é hora de marcar uma data. A cirurgia é feita em poucas horas e não há necessidade de pernoite no hospital.

Pacientes que residem fora de São Paulo devem reservar de 5 a 7 dias para estadia na cidade: um dia para consulta e exames, outro para cirurgia e de 3 a 5 dias para o acompanhamento médico no início da recuperação. Quem optar pela prótese inflável deve levar em conta a possibilidade de um retorno presencial após a cirurgia, para receber orientações quanto ao manuseio do implante. Caso não haja dúvidas, isso pode ser reavaliado em conjunto com o paciente.

 

Antes da cirurgia

Quando a cirurgia para o implante peniano finalmente já tiver data e horário marcados, basta aguardar o dia chegar e pensar na confiança que isso lhe trará.

Caso os exames tenham indicado a existência de fibroses, elas serão tratadas antes de colocar a prótese, porém no mesmo procedimento cirúrgico. Isto é de extrema importância para garantir a boa circulação de sangue no pênis, que é responsável por manter a temperatura peniana após a colocação da prótese, além de assegurar o seu bom funcionamento, ajudar na maleabilidade do modelo semirrígido e permitir o total enchimento da prótese inflável.

O procedimento não exige grandes preparações. Assim como em toda cirurgia, será necessário a realização de exames de sangue, urina e avaliação cardiológica para evitar qualquer contratempo. É importante que os níveis de glicose estejam controlados para garantir a boa cicatrização e evitar o risco de infecção. Além disso, é pedido um jejum de oito horas, tanto de alimentos sólidos quanto líquidos, antes do início da cirurgia.

Você também será orientado sobre a higienização da região pubiana com sabonete antibactericida, que deve ser feita durante dois dias antes da cirurgia. Após isso, basta ter uma boa noite de sono e se preparar para o dia de tratar a disfunção erétil de uma vez por todas.

 

O dia da cirurgia

Com o planejamento feito e os cuidados prévios tomados, é hora do médico colocar em prática todo o seu conhecimento e experiência, cuidando para obter um ótimo aspecto funcional e também estético. Além de retomar a firmeza do pênis, é possível recuperar o seu calibre e tamanho até o limite máximo dos nervos e da uretra.

O procedimento completo não costuma ser muito longo. O paciente dá entrada no hospital logo pela manhã e, ao máximo, no começo da tarde já estará liberado para ir pra casa. A cirurgia dura entre 2 e 3 horas e é feita com anestesia local.

A raspagem dos pelos pubianos é feita no próprio centro cirúrgico, pelo médico e sua equipe. Portanto, não precisa se preocupar com isso, já que eles terão o maior cuidado para que não haja nenhum risco de infecção.

 

Depois da cirurgia

Assim como todo o procedimento, o pós cirúrgico do implante de uma prótese peniana requer cuidados mas não é algo complicado.

O retorno ao médico acontece no mesmo dia da cirurgia, no período da tarde. Nesta consulta será avaliado o sucesso da cirurgia e dada as últimas orientações para que a cicatrização e adaptação aconteça da melhor forma possível.

O pênis ficará com um curativo enfaixado que não será necessário retirá-lo pelos primeiros cinco dias. Após esse período, a faixa deve ser trocada diariamente, por mais cinco dias. Devido a simplicidade da troca, não é necessário que o paciente retorne ao médico para a sua realização. É possível fazê-la sozinho, em poucos minutos.

Aos pacientes que optarem pelo modelo de prótese inflável, é solicitado um retorno presencial após 28 dias. Como ela exige um conhecimento maior para a sua manipulação, o médico precisa acompanhar a evolução da cirurgia e instruir o paciente sobre o correto modo de usá-la. Assim você não terá nenhuma dúvida e irá garantir um melhor desempenho na hora H.

Existem três etapas para o paciente voltar a sua vida normal: entre 7 e 10 dias é possível retornar ao trabalho, caso não exija esforço físico; a partir de 30 dias já se pode retomar as atividades físicas e de 45 a 60 dias já terá retomado as atividades sexuais.

O processo de recuperação fica ainda mais simplificado pois os pontos cirúrgicos são absorvíveis, evitando que o paciente tenha qualquer desconforto no futuro ou durante a relação sexual. Em cerca de dois meses, todos eles já terão caído naturalmente.

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O que muda para o homem depois do implante peniano?

O implante de prótese peniana é indicado para homens que sofrem com disfunção erétil. Muitos sentem-se desconfortáveis não só porque estamos falando de um órgão que é diretamente ligado ao prazer, mas também por medo de enfrentar um processo cirúrgico. Se isso é o que te impede de procurar um tratamento, já está na hora de mudar de ideia. A cirurgia de prótese é um procedimento rápido, seguro e com alto índice de sucesso. Para isso, basta ter planejamento e uma boa orientação médica.

É claro que, ao sair do hospital, o paciente passa por um período de adaptação no uso da prótese. Esse tempo pode variar a cada pessoa e também depende do tipo de prótese escolhida, conforme discutido no terceiro tópico deste guia. Mas isso não é um processo demorado nem doloroso, muito menos algo que te impeça de melhorar a sua qualidade de vida. Após este momento inicial, a sua vida seguirá normalmente e, provavelmente, mais feliz, pois você voltará a ter uma rotina sexual saudável, evitará problemas futuros devido a má qualidade da ereção e se livrará de preocupações com a saúde do seu pênis.

É importante salientar que o implante da prótese não irá interferir de modo negativo nas funções e sensações naturais do pênis, o paciente só tem a ganhar se o dispositivo for bem colocado.

Independente do tipo escolhido, o médico deve cuidar para que o implante não rompa nenhum nervo do membro e, consequentemente, não interfira nos padrões de prazer, orgasmo e ejaculação do paciente.

 

O implante de prótese e o tamanho do pênis

A prótese peniana não aumenta o tamanho do pênis, ela é responsável por resolver problemas de disfunção erétil e rigidez peniana. No entanto, outras doenças que estão associadas ao problema de ereção podem fazer com que o pênis diminua, afine ou entorte. O processo cirúrgico com a Técnica Egydio, tanto para a colocação do implante quanto para resolver qualquer outra condição, vai proporcionar que o homem recupere a possível perda de medidas, seu comprimento e grossura.

 

Temperatura e sensibilidade do pênis após o implante 

Uma preocupação constante dos pacientes que precisam da prótese é se o pênis vai ficar frio, como se fosse um membro artificial, ou se ele vai perder a sensibilidade no membro. Nada disso procede.

O que confere a temperatura peniana é a quantidade de sangue que circula dentro do pênis durante a ereção. Para manter o sangue circulando após a prótese, no entanto, é preciso conservar as estruturas internas do membro, também conhecida como esponja ou corpo esponjoso.

Um procedimento feito com os cuidados necessários não afetará esta parte e os cilindros do implante devem ser colocados sem prejudicar a passagem do sangue.

Já a glande, a parte mais sensível do órgão sexual masculino e popularmente conhecida como cabeça do pênis, também não perde sua sensibilidade, pois as inúmeras terminações nervosas que trazem o prazer ao homem, conhecidas como feixe de nervos ou feixe neurovascular, devem ser preservadas.

 

Orgasmo e ejaculação depois de colocar a prótese 

É importante ressaltar que não há nenhuma diferença no orgasmo do homem antes e depois e colocar a prótese. Considerando que o paciente vem de um problema de ereção, aliás, a expectativa é de melhora. 

Com o pênis mais rígido e adequado ao uso, o paciente terá mais confiança de que tudo vai bem com o funcionamento peniano, e isso refletirá naturalmente na performance durante o sexo. Feito de maneira correta, a prótese preserva todos os nervos ligados ao prazer e garante a sensibilidade e temperatura normal do seu pênis. Além disso, ela não interfere no volume e na qualidade da sua ejaculação, pois não afeta a estrutura que transporta o sêmen.

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O conhecimento é o primeiro passo para um tratamento de sucesso, e nada melhor do que se instruir com quem entende do assunto: Dr. Paulo Egydio. O Guia da Doença de Peyronie está disponível para download no botão abaixo.

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